O “prático” e o “especulativo” na cosmografia em Portugal em tempos de Francisco de Holanda

Thomás A. S. Haddad

Resumo


Este artigo apresenta uma aproximação a um aspecto da relação entre “ciência” e “técnica” – ou, mais apropriadamente, entre o “prático” e o “especulativo” – em Portugal nos tempos de Francisco de Holanda, que pode ser relevante para uma compreensão analógica daquela que seria sua preocupação com o estatuto social dos artistas e a dignidade da pintura. Nosso argumento incide sobre as disputas entre cosmógrafos e pilotos de embarcações a respeito do valor relativo de seus conhecimentos e sua posição nos circuitos de mecenato e no aparato estatal. O artigo investiga ainda, como estudo de caso, a trajetória ascendente do cosmógrafo João Baptista Lavanha, parcialmente contemporâneo de Holanda.


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Revista Diálogos Mediterrânicos
Periodicidade Semestral
Curitiba - Paraná - Brasil
ISSN 2237-6585