O Intelectual na Idade Média: divergências historiográficas e proposta de análise

Autores

  • Igor Salomão Teixeira Departamento e Programa de Pós-Graduação em História/UFRGS

DOI:

https://doi.org/10.24858/114

Palavras-chave:

Universidades Medievais, Tomás de Aquino, Intelectuais

Resumo

Este artigo é sobre a problemática historiográfica do termo “intelectual” para definir pensadores na Idade Média. Trata-se de uma análise bibliográfica a partir do estudo de Jacques Le Goff, Os intelectuais na Idade Média (1957), dos estudos de Jacques Verger, como Homens e Saber na Idade Média (1997) e Cultura, Ensino e Sociedade no Ocidente nos séculos XII e XIII (1999). O objetivo é sistematizar pontos divergentes sobre definições de Intelectuais e Homens de saber. Ao final, apresentamos características gerais da Antropologia Escolástica como um campo propício para análises que consideram a “consciência de si” de pensadores dos séculos XII a XIV. Concluímos que essa problemática é uma reflexão que assume tanto a possibilidade de se propor uma análise de história social (séries documentais), ou de história intelectual (a atuação dos mesmos a partir de suas produções).

Biografia do Autor

Igor Salomão Teixeira, Departamento e Programa de Pós-Graduação em História/UFRGS

Professor de História Medieval/UFRGS.

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Publicado

16/12/2014

Como Citar

Teixeira, I. S. (2014). O Intelectual na Idade Média: divergências historiográficas e proposta de análise. Revista Diálogos Mediterrânicos, (7), 155–173. https://doi.org/10.24858/114